CONSULTORIA DE IMPACTO SOCIAL

Transformamos estratégia social em engajamento real

Mais do que implementar iniciativas, ajudamos empresas a engajar pessoas, construir uma cultura social consistente e fortalecer vínculos com territórios.

Nossos números

Atendemos

+70

empresas

Mobilizamos

+26 mil

pessoas

Estruturamos programas em

6 países

Analisamos

+7 mil

projetos sociais

Realizamos

+270

palestras e workshops

Criamos

+230

materiais educativos

Orientamos

+270

comitês e grupos

Tivemos

+100

participações na mídia

Nossa atuação
em consultoria de impacto social

Atuamos conectando pessoas, negócios e causas por meio de estratégias sociais que saem do papel e se tornam cultura viva dentro e fora das empresas.

Na prática, atuamos do desenho à execução, em três frentes:

Facilitador conduzindo dinâmica de capacitação em grupo — Capacitações e conteúdos

Capacitações e conteúdos

Palestras, treinamentos, cursos de ensino à distância e materiais para formação e sensibilização.


Grupo de colaboradores em roda de conversa durante ação de voluntariado — Estratégias sociais customizadas

Estratégias sociais customizadas

Programas de voluntariado corporativo, investimento social privado e ações de engajamento.


Equipe reunida em mesa de trabalho durante gestão de projeto social — Gestão de ponta a ponta

Gestão de ponta a ponta

Programas, projetos, editais, premiações e mentorias realizados de forma personalizada.


Quer saber como podemos transformar a estratégia social da sua empresa?

Quem somos

Consultoria com mais de 13 anos de atuação. Nossa história foi construída a partir da trajetória das sócias, que somam experiências sólidas no mundo corporativo e no terceiro setor para desenvolver soluções que dialogam com a realidade das organizações e geram resultados concretos.

Colagem de fotos da equipe da Conexão Trabalho em ações de voluntariado corporativo e eventos com clientes

Por que empresas escolhem a Conexão Trabalho

Engajamento que vira participação real

Mobilização de pessoas como ponto-chave, envolvendo comunicação, pertencimento e liderança para manter um programa vivo.

Expertise no social e articulação com stakeholders

Conexão do impacto social à cultura e ao valor para o negócio, integrando áreas e parceiros.

Gestão ponta a ponta, com visão estratégica e execução consistente

Do planejamento anual à operação, com cadência, qualidade e flexibilidade.

Metodologia que escala e evolui

Processos claros e eficientes com melhoria contínua para consolidar e ampliar projetos.

Time de mulheres apaixonadas pelo que fazem

Energia, cuidado e firmeza na gestão para gerar uma experiência humana e resultados concretos.

Dados que orientam decisões

Indicadores e aprendizados traduzidos em insights práticos para aprimorar ações e experiências.

Empresas que confiam na Conexão Trabalho

Logo Instituto C&A — cliente Conexão Trabalho
Logo Siemens Fundação — cliente Conexão Trabalho
Logo Serasa Experian — cliente Conexão Trabalho
Logo Sicredi — cliente Conexão Trabalho
Logo Eldorado Brasil — cliente Conexão Trabalho
Logo Unilever — cliente Conexão Trabalho
Logo Deloitte — cliente Conexão Trabalho
Logo Vale — cliente Conexão Trabalho
Logo CNH Industrial — cliente Conexão Trabalho
Logo CNI — cliente Conexão Trabalho
Logo Instituto Avon — cliente Conexão Trabalho
Logo SIG — cliente Conexão Trabalho
Logo Unicred — cliente Conexão Trabalho
Logo B3 — cliente Conexão Trabalho
Logo Braskem — cliente Conexão Trabalho
Logo Swift — cliente Conexão Trabalho
Logo JLL — cliente Conexão Trabalho
Logo Portobello — cliente Conexão Trabalho
Logo Funpresp-Jud — cliente Conexão Trabalho
Logo Alelo — cliente Conexão Trabalho
Logo CTG Brasil — cliente Conexão Trabalho
Logo John Deere — cliente Conexão Trabalho
Logo Fresenius Kabi — cliente Conexão Trabalho
Logo Zoom Education — cliente Conexão Trabalho
Logo Instituto Bancorbrás — cliente Conexão Trabalho
Logo Pernambucanas — cliente Conexão Trabalho
Logo Sescoop — cliente Conexão Trabalho
Logo Santos Brasil — cliente Conexão Trabalho
Logo Cibra — cliente Conexão Trabalho
Logo Sompo — cliente Conexão Trabalho
Logo Elera Renováveis — cliente Conexão Trabalho
Logo RaiaDrogasil — cliente Conexão Trabalho
Logo Sicoob — cliente Conexão Trabalho
Logo Grupo Águia Branca — cliente Conexão Trabalho
Logo Sabará Hospital Infantil — cliente Conexão Trabalho
Logo Chubb — cliente Conexão Trabalho
Logo Aegea — cliente Conexão Trabalho
Logo Edenred — cliente Conexão Trabalho
Logo JTI — cliente Conexão Trabalho
Logo Aurora — cliente Conexão Trabalho
Logo Arteris — cliente Conexão Trabalho
Logo Itaipu Binacional — cliente Conexão Trabalho
Logo Sabesp — cliente Conexão Trabalho
Logo Mapfre — cliente Conexão Trabalho
Logo Fundação Cargill — cliente Conexão Trabalho
Logo Instituto Cyrela — cliente Conexão Trabalho
Logo Nexa Resources — cliente Conexão Trabalho
Logo Suzano — cliente Conexão Trabalho
Logo Itaú — cliente Conexão Trabalho
Logo AngloAmerican — cliente Conexão Trabalho
Logo Nestlé — cliente Conexão Trabalho
Logo Tokio Marine Seguradora — cliente Conexão Trabalho
Logo Pirelli — cliente Conexão Trabalho
Logo Instituto GPA — cliente Conexão Trabalho
Logo Bradesco — cliente Conexão Trabalho
Logo Santander — cliente Conexão Trabalho
Logo Fundação Itaú — cliente Conexão Trabalho

O que dizem sobre a nossa consultoria de impacto social

O que dizem sobre a nossa consultoria de impacto social

2026 é o Ano Internacional do Voluntariado

O e-book aborda o Ano Internacional do Voluntariado chancelado pela ONU, contextualizando sua origem, importância e impactos, com ênfase no papel do voluntariado como ferramenta estratégica de transformação social.


2026

E-book

Notícias e conteúdos sobre estratégia social

20 ago 2026

Cuidar de quem cuida: a estratégia que une saúde mental e voluntariado

O Brasil vive uma crise silenciosa dentro das empresas. Em 2025, foram registrados 546.254 afastamentos do trabalho por problemas de saúde mental, um recorde pelo segundo ano consecutivo, com crescimento de 15% em apenas um ano (Ministério da Previdência Social). Os afastamentos por burnout saltaram de 823 em 2021 para 7.595 em 2025, uma alta de mais de 800% em quatro anos. E quase 15% dos trabalhadores relatam ideação suicida, segundo o Censo de Saúde Mental 2025.

O cenário é tão grave que a atualização da NR-1 (Portaria MTE nº 1.419/2024) passou a incluir, de forma expressa, os riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas. A norma entrou em vigor em maio de 2026 e obriga organizações de todos os portes a identificar e prevenir o adoecimento mental no trabalho. Mas há um dado que revela o tamanho do desafio: 58,9% das empresas dizem cuidar da saúde mental, mas não monitoram, apenas 23% acompanham efetivamente o clima interno.

É aqui que o voluntariado corporativo pode entrar como uma resposta estratégica e não periférica.

O e-book Saúde Mental & Voluntariado, da Conexão Trabalho, propõe um olhar duplo e complementar. De um lado, o cuidado interno: proteger os voluntários da exaustão e da fadiga por compaixão. De outro, o cuidado externo: garantir a qualidade das ações junto às populações vulneráveis. Porque quem cuida também precisa ser cuidado e sem estrutura e acompanhamento, até uma experiência de propósito pode virar esgotamento emocional.

Quando bem estruturado, o voluntariado se torna um verdadeiro laboratório de soft skills: liderança empática, escuta ativa, adaptabilidade, espírito de equipe e resiliência. Estudos mostram que ajudar o próximo reduz o estresse, melhora a autoestima e fortalece o bem-estar emocional. O impacto é medido também no negócio: empresas com programas de propósito relatam maior engajamento, retenção de talentos e culturas mais resilientes.

Aqui, porém, é preciso ter clareza sobre um limite ético fundamental: o voluntariado não substitui tratamento. Ele pode acolher, sensibilizar, empoderar e encaminhar, mas não diagnostica, não trata e não ocupa o lugar de profissionais de saúde mental. Um programa responsável precisa saber onde termina a sua atuação e onde começa o cuidado especializado. É exatamente essa fronteira que separa uma iniciativa bem-intencionada de uma prática que pode causar dano.

Por isso, o papel da gestão é decisivo. O e-book reforça que um programa estruturado exige diagnóstico, planejamento, capacitação das equipes, incluindo o reconhecimento de sinais de sofrimento, a escuta não diretiva e o respeito aos limites éticos, além de supervisão e monitoramento contínuos. Não basta criar uma ação. É preciso criar as condições para que ela seja sustentável e segura, tanto para quem recebe quanto para quem doa tempo e energia.

A conexão entre saúde mental e voluntariado não é uma coincidência, é uma oportunidade estratégica. Enquanto a NR-1 traz método, acompanhamento e responsabilidade, o voluntariado traz humanidade, vínculo e sentido. 

Juntos, formam um ecossistema de cuidado mais robusto, que fortalece pertencimento, performance e responsabilidade organizacional, desde que cada um cumpra o seu papel, sem invadir o espaço do outro.

O futuro do trabalho não será definido apenas por tecnologia, mas pela capacidade de cuidar de quem cuida. E a empresa que entender isso primeiro, com responsabilidade e limites claros, sai na frente, em ESG, em atração de talentos e em cultura viva.

Quer aprofundar essa conversa? 

Baixe o e-book “Saúde Mental & Voluntariado: um olhar estratégico sobre cuidado, escuta e responsabilidade nas empresas” e descubra como transformar cuidado em estratégia dentro da sua organização.

Fontes: Ministério da Previdência Social (2025), Ministério do Trabalho e Emprego (NR-1, Portaria MTE nº 1.419/2024), Censo de Saúde Mental 2025 (Vittude), pesquisa Exame (2026). Conteúdo inspirado no e-book da Conexão Trabalho.

20 ago 2026

2026: o ano em que o Brasil pode virar a página do voluntariado

O voluntariado brasileiro vive um momento histórico. A ONU proclamou 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado pelo Desenvolvimento Sustentável, exatamente 25 anos depois do primeiro Ano Internacional, em 2001. E os números mostram que o país está mais do que pronto para aproveitar essa janela de oportunidade.

A Pesquisa Voluntariado no Brasil 2026 executada pelo Datafolha, revela um retrato animador: 3 em cada 5 brasileiros já realizaram ou realizam trabalho voluntário, o equivalente a 35% da população com 16 anos ou mais. O crescimento é consistente e expressivo: eram 18% em 2011 e 25% em 2021. Ou seja, em uma década e meia, o país quase dobrou a participação voluntária. E o potencial de expansão é ainda maior: 42% de quem nunca participou afirma ter interesse em começar.

Mas o que impede essas pessoas? 

Os dados apontam que o principal obstáculo não é a falta de vontade, e sim a falta de tempo (52%) e o desconhecimento de oportunidades (12%). Isso significa que há um enorme espaço para empresas e organizações atuarem como pontes, conectando quem quer ajudar a causas que precisam de ajuda. O voluntariado não falta por desinteresse, e sim por falta de conexão.

O momento também é estratégico para as empresas. 

O Censo Brasileiro de Voluntariado Empresarial 2025 mostra que 131 mil colaboradores participaram de 34 mil ações, alcançando 7,3 milhões de pessoas, com uma taxa de engajamento de 23%. Globalmente, 862 milhões de pessoas se voluntariam todos os meses, segundo relatório publicado pelo Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV).

E o contexto pede urgência: o Relatório de Desenvolvimento Sustentável da ONU 2025 aponta que apenas 35% das metas dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão no caminho certo, porém 18% estão regredindo.

É aqui que o voluntariado corporativo se torna um ponto de convergência estratégica. Ele conecta o cuidado com pessoas ao impacto social, fortalece pertencimento e propósito, e coloca a empresa como protagonista de uma transformação que a sociedade precisa com urgência. Do combate à fome e à pobreza, a causa mais apoiada pelos voluntários, com 50% de menção, à saúde, educação e igualdade de gênero, cada ação voluntária dialoga diretamente com os ODS da Agenda 2030.

O Ano Internacional do Voluntariado não é apenas uma celebração. É um chamado à ação. Para as empresas, é a chance de liderar uma onda de transformação e solidariedade, transformando estratégia social em cultura viva dentro e fora das organizações. Para a sociedade, é a oportunidade de reconhecer e fortalecer quem já doa tempo, energia e empatia todos os dias.

2026 é um convite para sair da intenção e entrar na ação. E o primeiro passo é entender como sua empresa pode liderar essa onda.

Quer saber como? Baixe o e-book “2026 é o Ano Internacional do Voluntariado” e descubra o histórico, o papel das empresas, o impacto do voluntariado e ideias concretas de atuação alinhadas a todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 Acesse e inspire sua organização a fazer parte dessa transformação.

Fontes: Pesquisa Voluntariado no Brasil 2026 (Datafolha/CIEDS), Censo Brasileiro de Voluntariado Empresarial 2025 (CBVE), Relatório de Desenvolvimento Sustentável da ONU 2025, IAVE/UNV, State of the World’s Volunteerism Report (SWVR) 2022.

20 ago 2026

Voluntariado e diversidade: o match que toda empresa precisa fazer

O voluntariado corporativo e a diversidade ainda são tratados como agendas separadas em muitas empresas. Mas, quando caminham juntos, viram um dos ativos mais poderosos de cultura, engajamento e resultado, um verdadeiro “match”, como defende o e-book Voluntariado e Diversidade da Conexão Trabalho.

Os números mostram por que essa conexão é urgente. O Brasil tem cerca de 60 milhões de voluntários ativos, e 60% da população adulta já fez ou faz algum trabalho voluntário, segundo a Pesquisa de Voluntariado no Brasil executada pelo Datafolha em 2026. 

No ambiente corporativo, o movimento também ganha força: o Censo Brasileiro de Voluntariado Empresarial 2025, do CBVE, revela que 75% das empresas reconhecem o voluntariado como motor de desenvolvimento profissional e pessoal, com uma média de 45 mil pessoas impactadas por programas corporativos no último ano, número 13 vezes maior que em 2022. E o retorno é mensurável: a pesquisa “Além do Bem” mostrou que o voluntariado corporativo pode aumentar em 16% o engajamento dos colaboradores.

Ao mesmo tempo, a diversidade, equidade e inclusão seguem distante da realidade das organizações: pessoas negras representam 55,8% da população, mas apenas 35,7% dos trabalhadores das 500 maiores empresas e somente 4,7% ocupam cargos executivos, segundo Instituto Ethos e IBGE. Mulheres ainda ganham 23,5% menos que homens na mesma função. Os dados revelam uma distância incômoda entre o que o país é e o que as empresas refletem.

É aí que o match acontece. O voluntariado coloca pessoas em contato com realidades diferentes das suas, exercitando escuta, empatia e respeito, exatamente as competências que sustentam uma cultura de diversidade de verdade. Quem se voluntaria aprende a conviver com o diferente, a ouvir de forma legítima e a enxergar o outro. Nenhum treinamento substitui essa experiência viva. E uma agenda de diversidade estruturada, por sua vez, dá ao voluntariado mais legitimidade, representatividade e impacto: quando o time de voluntários é plural, as ações ganham profundidade e conexão real com os territórios.

Os benefícios de unir as duas agendas vão além do social. Empresas com programas integrados relatam maior engajamento, menor rotatividade, melhor atração de talentos e ambientes mais produtivos e criativos. 

Um estudo da PwC mostra que 95% reconhecem os benefícios da convivência entre gerações, mas 65% das empresas ainda não têm programas nessa frente. Ou seja: há um enorme espaço de oportunidade para quem sair na frente. A diversidade pode começar dentro do próprio time de voluntários.

Mas é preciso cuidado. Voluntariado não é assistencialismo. É relação. O e-book reforça quatro pontos essenciais: treinar voluntários em temas de respeito, direitos humanos, diversidade; escutar de verdade as comunidades e as pessoas; evitar ações-relâmpago e desconectadas; e articular lideranças e grupos de afinidade. Quando os dois programas se conhecem e se potencializam, a empresa ganha consistência social e o voluntariado deixa de ser evento pontual para se tornar cultura viva.

O caminho começa com um diagnóstico honesto: a empresa tem programa de voluntariado? Tem política e ações de diversidade? As duas conversam entre si? A partir daí, é possível desenhar ações conjuntas, mutirões, grupos de estudo, campanhas internas, palestras, entre outras possibilidades que fortalecem pertencimento e propósito. 

Voluntariado e diversidade não são temas paralelos. São duas portas de entrada para a mesma transformação: empresas mais humanas, plurais e conectadas com a sociedade.

Quer saber mais sobre como conectar voluntariado e diversidade na sua empresa? Veja mais no e-book Voluntariado e Diversidade, deu match!

Fontes: IDIS/Datafolha (2026), Censo CBVE (2025), Ipea (Mapa das OSC), PwC (diversidade geracional) e Instituto Ethos. 

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